terça-feira, agosto 22, 2006

Como é bom ter amigos leoninos!

Hoje escrevo em agradecimento a uma querida amiga, cantora, batuqueira, coreira, professora, Leonina que de tantas "eiras", "inas" e "osas" prefiro resumir. Me disse:
-Precisa deixar de ter vergonha de ser quem você é!
Pois é nega, comé que a gente pode deixar uma coisa dessas acontecer hein?
Talvez desatenção, permissionismo ou ingenuidade que de tão criança se ve rodeado de adúlteros ditando normas e conceitos préestamoralbelecidomentes.
Não quero começar com retaliação, botar endereço na carta, nem dar nomes as antas e saguis.
Vou falar de mim, do que acontece comigo e de como vejo isso tudo, como de costume.

E aconteceu tanta coisa desde o fim da copa até o último Leonino comemorar seu aniverssário que acho que vou fazer um índice para escrever sobre cada tópico conforme o tempo permitir.
E que tempinho frio hein?

-Catastrofe de encerramento de semestre ou outra simples negação do que nunca assumi.
-Viagem à Florianópolis e o resgate do tambor.
-À Cornélio Procópio e da falta de pudor.
-Comemoração antecipada e a atenção com as gordinhas.
-Meu ex-sigiloso aniversário.
-A síndrome de Casanova.
-Quando dói em mim eu desconto em você... ou Homenagem à um ex-futuro alcoólatra.
-O aniversário da Leonina que inspirou o dia de hoje. Ciclos.
-Sonho recorrente ou apenas uma cantada não tão barata. O casamento com uma loura fazendeira/ advogada de nome guarani.
-Volta às aulas, ou nem.

Por hoje é só pessoal.
Abraços e beijos Leodionisíacos.

sábado, agosto 05, 2006

Rapaz!

Minha intenção era fazer disso um quase diário!
Mas não tá nem pra semanário!
Melhor mensário.

Pra quem não escrevia nada antes é um grande avanço!

quarta-feira, julho 12, 2006

Pois...

...já passou a terça-feira...
Coisa que canceriana nenhuma teria dificuldades em passar...
Mas as bolas quase doem...
Quase...
Tá... espero...
Pouco...
E quase não espero mais...
Esses dias me disse um amigo:
"Cansei de mulher complicada!"
ao que respondi:
"Vire viado!"
Apesar das complicações, de todas e de todas elas, continuo aqui!
Firme e forte!
À espera dela...
que queira...
que ame enquanto estiver comigo...
e que ame ver amá-la
como a mais bela das deusas
que todas elas são.

Já é de manhã...
e como não fiz samba...
nem amor...
está tarde demais...
tenho muito sono...
e vou dormir.

segunda-feira, julho 10, 2006

Medo da perfeição?

Sábado...
Esse sábado nem parecia um sábado...
Engraçado como a gente estranha quando algo muda na nossa rotina, mesmo que seja pra melhor...
Acordei zonzo. Não é a melhor idéia do mundo fazer um churrasco com um dos seus melhores amigos, comer uma picanha de quase 1,5Kg tomar uma caixa de cerveja e depois ir trabalhar. Faça o churrasco e mate o serviço! A zonzeira me lembra de todas a s extravagâncias cometidas durante uma longa noite de trabalho. Não... não estou reclamando...
De calça branca sigo pra concentração, onde amigos menos extravagantes já estão arrumando tudo para uma apresentação de maracatú em uma comunidade carente. Linda festa!
Normalmente, depois de um trampo em tarde de sábado, já estou me preparando psicológicamente para mais uma noite enfiado em um antro sujo, fétido, com muita bebida, tabaco, e sabe lá o que mais. Mas hoje alguma coisa está diferente... meus amigos já não perguntam se vou trabalhar... simplesmente olham e lamentam mais uma ausência minha...
Mas... mas... peraí... depois de cento e tantas noites de sábado trabalhando, perdendo shows, viagens, festas, jantares, casamentos, formaturas, aniversários e outros eventos que as pessoas inventam, eu hoje estou de folga! E folgadamente durante duas horas bebemos, lembramos das mais importantes ou das últimas mulheres de nossas vidas, enquanto que com longos tacos encaçapávamos bolas de snooker esperando pela carona.
Em casa de saci havia uma fogueira. E dentro da fogueira batatas doce ou não,cebola, pinhão, e uma chaleira para o mate. Em volta dela amigos. E amigos de amigos que acabam por ser seus amigos pelo simples fato de uma fogueira existir. E com aquele calor todo nem vimos passar as cinco ou seis horas que passamos trocando experiências, risadas, carinhos, sons...
...e aqui os sons não cansam.
Sons de viola de coxo, de viola caipira, cordas quase afinadas. Corações plenos. Uma moringa de barro, amigos, fogo, vinho tinto, risos e murmúrios que decibelímetro nenhum ousaria questionar. Deus abençoe os violeiros e seus ponteados.
Em casa, com fome, sinto falta do fogo e lembro do alcatra na geladeira. Ascendo a churrasqueira. Sento sob a lua quase cheia que insistiu em acompanhar tudo desde as 3h da tarde e agora começa a se despedir.
E num misto de poeta, bohêmio e batuqueiro, tenho uma morena pra sentir saudades.
Perfeição?
Depois de duas semanas de calor e sol forte durante o dia e noites frescas ou frias...
É domingo de manhã e chove em curitiba. Chove de verdade!
Só saio de casa se for pra comprar capeletti pra comemorar a vitória da seleção da Itália, de onde, há uns cento e poucos anos meus tataravós sairam para cultivar terra brasileira.
Zidane expulso... penaltis... Capeletti!
A morena me ligou.

domingo, junho 25, 2006

Pronto! Criei!
E agora me sinto novamente um deus!